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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Conheça a história do intercessor da JMJ Adílio Daronch


Comemoramos ontem a festa do beato gaúcho, Adílio Daronch,intercessor da JMJ Rio2013. E para marcar essa data, lembramos um pouco da história desse jovem amigo de Cristo. Adílio nasceu e viveu no Rio Grande do Sul no início do século XX. Era coroinha e amava auxiliar o padre Manuel Gómez nas Missas. Faleceu com apenas 16 anos, em odor de santidade, ao acompanhar o sacerdote em uma visita pastoral a um grupo de colonos teutónicos que viviam na floresta de Três Passos, Rio Grande do Sul.
Na época, a região passava por um conflito entre Chimangos, liderados pelo republicano Borges de Medeiros, e Maragatos , liderados por Assis Brasil. E foi um grupo de revolucionários que assassinaram o jovem Adílio e o padre Manuel no dia 21 de maio de 1924.
Desde criança, Adílio mostrava predileção pelas coisas da Igreja. Ele era alegre, gostava de futebol e, apesar do temperamento reservado, tinha perfil de liderança. Levava muito a sério sua missão de coroinha. Em 2007, os mártires Adílio e padre Manuel foram beatificados pelo Papa Bento XVI.
Durante a homilia da Missa de beatificação, o cardeal José Saraiva disse: “Vimos um pastor e uma criança estimar a própria vida, exclusivamente por relação a Deus e à salvação eterna dos irmãos; vimo-los considerar um ganho a sua perda para ganhar o Reino de Deus; vimos este Reino começado aqui na terra, onde Deus visita os aflitos, consola os atribulados e volta a oferecer-se pelos pecadores; ouvimos anunciar a Palavra de Deus no coração da floresta, com fidelidade e insistência”
E completou, “Hoje, se o Filho do homem voltasse, segundo a sua promessa, encontraria ainda acesa a chama da fé sobre a terra: encontrá-la-ia viva e resplandecente sobre esta Igreja do Brasil, encontrá-la-ia alimentada no sangue dos seus Mártires, encontrá-la-ia segura e ardente no testemunho dos Beatos Manuel Gómez e Adílio Daronch”.
A JMJ Rio2013 chama o beato Adílio Daronch como amigo de Cristo. “Que a exemplo de vossas virtudes, sejamos recebidos entre os amigos de Cristo, nesta vida e na que há vir! Amém.”
Fonte: rio2013.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Beata Laura Vicuña é exemplo de vida para a juventude



Mártir da pureza e intercessora da JMJ Rio2013, a Beata Laura Vicuña tem seu dia comemorado em 22 de janeiro, logo depois dos festejos de São Sebastião, um dos patronos da Jornada. Com apenas 12 anos, a jovem chilena ofereceu sua vida para salvar a mãe. Pureza, sacrifício e amor filial são virtudes que marcaram sua vida e servem de exemplo para os jovens nos dias de hoje.
Em sua beatificação, João Paulo II disse: “A suave figura da Beata Laura, glória puríssima da Argentina e do Chile, desperta um renovado compromisso espiritual nestas nobres nações, e ensina a todos que o ideal de inocência e de amor, mesmo que denegrido e ferido, no final brilhará e iluminará os corações”. 
Laura Vicuña nasceu no Chile, em 1891, mas aos 2 anos de idade foi obrigada a sair do país em guerra e seguiu com a mãe e a irmã para a Argentina. Aos 10 anos fez a Primeira Comunhão, quando se propôs a amar Deus com todas as suas forças. Cada vez mais o desejo de se tornar religiosa aumentava, juntamente com a vontade de servir e amar unicamente a Jesus. Em dezembro de 1901, recebeu a fita de admissão como Filha de Maria e estava a um passo de entrar para a congregação Salesiana.
Com o tempo, a jovem percebeu que a mãe estava em situação de pecado, vivendo em união livre com um homem que a maltratava. Laura já tinha sofrido duas tentativas de abuso por parte do padrasto. Desejando a conversão da mãe, ela ofereceu em troca sua vida a Deus e intensificou as orações. Logo depois, foi tomada por uma grave doença e voltou para os cuidados da mãe. Em uma noite de janeiro de 1904, o padrasto chegou bêbado em casa, agarrou Laura e a espancou. Depois desse dia, ela viu que sua vida terrena estava para terminar e decidiu confessar à mãe a oferta feita a Deus. No dia 22 daquele mês, a beata foi ao encontro do Senhor.
Segundo João Paulo II, a história de Laura Vicuña deve fazer com que reflitamos sobre a importância da família na educação dos filhos e sobre os direitos que estes têm de viver em uma família normal, lugar de amor mútuo e de formação humana e cristã. “Este é um chamado a sociedade moderna, para que ela cuide cada vez mais da instituição familiar e da educação dos jovens”, acrescentou.

Fontes: vaticano.va